Este módulo parte da ideia de que os conteúdos sintéticos criados com IA podem afetar a vida social, emocional e reputacional dos jovens. O problema não está apenas em saber se uma imagem, vídeo ou áudio é “real” ou “falso”, mas em compreender se esse conteúdo pode prejudicar a dignidade, a segurança, a credibilidade ou o bem-estar de alguém.
A abordagem proposta nos ficheiros privilegia a responsabilidade, a contenção e a decisão segura: quando um conteúdo pode magoar, humilhar ou pôr alguém em risco, não se partilha.
No caso da nudificação, o foco está na compreensão do dano, da disseminação e da resposta coletiva. No caso dos deepfakes, o foco está na leitura crítica de fontes, contexto, intenção, pistas visuais, etiquetas de IA e incerteza.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
No final do tema, os alunos deverão ser capazes de:

SUMÁRIO DAS AULAS
Aula 1: O trilho da responsabilidade — valores e contenção perante a nudificação
Os alunos conhecem o conceito de nudificação e refletem sobre o seu impacto na pessoa afetada e no contexto escolar. Participam num questionário anónimo no Mentimeter e, depois, constroem um mural das fases de disseminação, identificando mensagens de apoio e ações práticas para travar a escalada, preservar evidências, pedir ajuda e proteger a vítima.
Aula 2: Rasto social — como ler nas entrelinhas na era dos deepfakes
Os alunos exploram exemplos de deepfakes através de uma apresentação interativa e discutem tipos de manipulação, pistas visuais, etiquetas de IA e limites da deteção técnica. Depois jogam Fakemetric, descrevendo vídeos fictícios e avaliando o nível de cautela necessário. A aula termina com um compromisso: não amplificar conteúdos que possam prejudicar a dignidade, a segurança ou a credibilidade de alguém.
Guia para Professores – Deepfakes, nudificação e responsabilidade digital (PDF) – Em breve

LINKS ÚTEIS
De forma a complementar os tópicos abordados neste tema, disponibilizam-se os seguintes recursos externos: