Gostaríamos, antes de mais, de agradecer a vossa participação, colaboração e entusiasmo na realização das sessões dos workshops de Cidadania DigitALL no vosso Agrupamento.
Foi um enorme gosto estar convosco e partilhar esta experiência com alunos e professores, contribuindo para momentos de aprendizagem, descoberta e entusiasmo em torno das competências digitais e da cidadania.
No seguimento das sessões, gostaríamos de propor algumas atividades simples que permitam dar continuidade às discussões e reflexões nas próximas aulas de Cidadania.
Nesta página reunimos algumas sugestões que podem ser adaptadas e exploradas com os alunos.

Questionários pós-workshop
1. Pedimos, por favor, que partilhem os links com os alunos e professores participantes. A participação de todos será muito importante para nos ajudar a compreender como podemos continuar a melhorar os Workshops da Cidadania DigitALL e as restantes atividades desenvolvidas neste âmbito.
Questionário Professores | Cidadania Digital | Pós Avaliação – Fill out form
Questionário Alunos| Cidadania Digital | PÓS Avaliação | 2.º e 3.º CICLO – Fill out form

Painel Colaborativo
1. A proposta é que cada aluno partilhe uma ideia importante que tenha aprendido durante o workshop e que considere relevante transmitir aos outros:

2. No final, as cartas e os compromissos podem ser reunidos num painel da turma, criando um registo coletivo das aprendizagens e reflexões realizadas.
Nos links abaixo encontram-se os materiais de apoio para a realização da atividade:
Documento descarregável: A Carta (9 a 12 anos)
Documento descarregável: Ficha Compromisso (13 a 16 anos)


Para imprimir as cartas ou fichas com duas por folha, basta selecionar as páginas 2 e 3 e configurar a impressão para duas páginas por folha, conforme apresentado na imagem abaixo:


É amor ou controlo? (13 a 16 anos)
1. A proposta é que os alunos, em grupo, sejam convidados a analisar e refletir se as frases apresentadas na ficha representam ou não comportamentos problemáticos.
Documento descarregável: É amor ou controlo

2. Após o tempo estipulado pelo professor, os alunos partilham as suas reflexões e debatem sobre o tema. A intenção é não procurar apenas a classificação, mas pedir-lhes que justifiquem o que faz um comportamento passar de cuidado para controlo.
3. Para deslocar a atividade de uma aula sobre “o que é violência” para uma reflexão sobre porque normalizamos determinados comportamentos, o professor pode fazer a seguinte pergunta:
“Em que comportamentos foi mais difícil chegarmos a um consenso? Porquê?”
O objetivo não é simplesmente identificar o que está errado, mas aprender como expressar insegurança, ciúmes ou desagrado sem controlar a outra pessoa.
4. No final, podem ouvir ou ler a reportagem que dá base à atividade, através deste link, ou permitir que os alunos acedam através do QR Code apresentado na ficha.
5. Analisam-se os dados da reportagem. A conclusão pode ser construída pelos próprios alunos: “Gostar de alguém não dá direito a controlar essa pessoa.”
Sugestão complementar – Miniestudo:
Podem, também, utilizar a notícia como base de dados para um miniestudo que transforma os alunos em investigadores.
Selecionam-se 8–10 situações inspiradas nos comportamentos referidos no estudo da UMAR. Cada aluno responde anonimamente, por exemplo através de Mentimeter, Forms ou cartões:
Isto é violência/controlo numa relação?
Sim | Não | Não tenho a certeza
Depois constroem um gráfico com os resultados da turma e comparam-nos com alguns resultados nacionais.
Sugestão complementar – Detetor de red flags:
Em grupos, os alunos criam um pequeno “detetor de red flags” através de uma árvore de decisão.
Por exemplo:
A pessoa quer saber onde estás.
→ Perguntou ou exigiu?
→ Podes dizer que não sem consequências?
→ É ocasional ou acontece constantemente?
→ Usa a informação para te proteger ou para vigiar?
→ Ficas com medo da reação se recusares?
No final, a árvore conduz a:
🟢 Respeito
🟡 Atenção
🔴 Controlo
Pode ser construída em papel, Canva, Scratch ou outra ferramenta digital. A intenção é ensinar que um comportamento isolado nem sempre pode ser avaliado sem contexto.
